segunda-feira, 17 de abril de 2017

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1º Bimestre - Turma 601


Estátua da Liberdade



Estátua da Liberdade (em inglês: The Statue of Liberty; em francês: Statue de la Liberté), cujo nome oficial é A Liberdade Iluminando o Mundo (em inglês: Liberty Enlightening the World; em francês: La liberté éclairant le monde) é uma escultura neoclássica colossal localizada na ilha da Liberdade no porto de Nova Iorque, nos Estados Unidos. A estátua de cobre, projetada pelo escultor francês Frédéric Auguste Bartholdi, que se baseou no Colosso de Rodes para edificá-la, foi construída por Gustave Eiffel e dedicada em 28 de outubro de 1886.[1] Foi um presente dado aos Estados Unidos pelo povo da França.[2] A estátua é de uma figura feminina vestida que representa Libertas, deusa romana, que carrega uma tocha e um tabula ansata (uma tabuleta que evoca uma lei) sobre a qual está inscrita a data da Declaração da Independência dos Estados Unidos, 4 de julho de 1776.[2] Uma corrente quebrada encontra-se a sob pés. A estátua é um ícone da liberdade e dos Estados Unidos, além de ser um símbolo de boas-vindas aos imigrantes que chegam do exterior.


Bartholdi inspirou-se pelo francês professor de direito e política Edouard de Laboulaye, que teria dito em 1865 que qualquer monumento erguido à independência estadunidense seria adequadamente um projeto conjunto dos povos francês e norte-americano. Ele pode ter sido ocupada para honrar a vitória da União na Guerra Civil Americana e o fim da escravidão. Devido à instabilidade pós-guerra na França, o trabalho de construção da estátua não começou até o início da década de 1870. Em 1875, Laboulaye propôs que os franceses financiassem a estátua e os estadunidenses fornecessem o local e construíssem o pedestal do monumento. Bartholdi completou a cabeça e o braço com a tocha diante da estátua antes da estátua ter sido totalmente projetada, então estas peças foram exibidas como uma forma de publicidade em exposições internacionais.


O braço da tocha foi exibido na Exposição Universal de 1876 na Filadélfia e no Madison Square Park, em Manhattan, de 1876 a 1882. A campanha de financiamento revelou-se difícil, especialmente para os norte-americanos, e em 1885 o trabalho do pedestal foi ameaçada devido à falta de fundos. Joseph Pulitzer, editor do New York World, começou um projeto de doações para completar o projeto, que atraiu mais de 120 mil colaboradores, a maioria dos quais deram menos de um dólar. A estátua foi construída na França, enviada para o exterior em caixas e montada no pedestal concluído na ilha que na época era chamada de "Bedloe". A conclusão da estátua foi marcada por uma parada em Nova Iorque e uma cerimônia de dedicação presidida pelo presidente Grover Cleveland.


A estátua foi administrada pelo Conselho de Faróis dos Estados Unidos até 1901 e, em seguida, pelo Departamento de Guerra; desde 1933 tem sido mantida pelo Serviço Nacional de Parques. O acesso do público ao terraço que cerca a tocha está barrado por razões de segurança desde 1916.


Fonte: Wikipédia

Ética e cidadania

1º Bimestre - Turma 601



Respeito aos direitos dos animais deve ser reconhecido como potencial turístico



O respeito ao direito dos animais, assim como as riquezas naturais, também precisa passar a ser encarado como potencial turístico, pois demonstra que existe no local, um alto grau de civilidade.

Ao mencionarmos o direito dos animais, e qual a importância de preservá-los, faz-se necessário pensarmos sobre o papel da sociedade na regulamentação de nosso convívio e na contribuição para o relacionamento harmonioso e o bem-estar social, através das leis e das campanhas de conscientização.

Segundo Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News (www.revistaecotour.tur.br) -" estas questões estão diretamente relacionadas e, dependendo da forma como as encaramos, podem-se defender os mais variados pontos de vista, ressaltando a necessidade de um ordenamento jurídico que proteja não somente as espécies animais selvagens, como também as domesticadas". 

Alguns podem atribuir este excesso de zelo à proteção dos animais, como uma fuga para enfrentar problemas criados pelo próprio ser humano. Como é aceitável que existam grupos de proteção a maus tratos em animais selvagens ou domésticos, se ainda existem milhares de crianças ao redor do mundo castigadas pela fome, pela miséria, pela desesperança em relação ao futuro? Não seria necessário investir primeiro na capacitação e educação deste povo, para depois nos preocuparmos com a questão da proteção das espécies animais? 

Coincidentemente, as maiores riquezas da fauna mundial, onde o turismo é intenso, também apresentam a população mais carentes, de modo que, conseguindo criar um mecanismo que, de forma sustentável, possa garantir a inclusão e condições de vidas dignas a essa população, estaremos contribuindo , de forma eficaz, à preservação de importantes espécies animais. 

O debate sobre a valorização e o respeito ao direito dos animais teve seu crescimento acentuado na segunda metade do século XX, fruto da conscientização de parte da humanidade em relação a necessidade de garantir a eles uma condição de vida digna. "Deve-se ter em mente que, além de uma simples preocupação ecológica, a proteção dos animais também incide fortemente no equilíbrio da comunidade e na prática do turismo responsável", enfatiza Vininha F. Carvalho. 

Apesar de estar comprovado que algumas espécies possuem uma inteligência fora do comum e, inclusive, alguns cachorros que vivem dentro de casa, podem ser considerados como membro da família deveu ter em mente que eles não têm a capacidade de criar um ordenamento e um sistema de proteção de direitos que o ser humano é capaz.

Portanto, essa proteção aos direitos dos animais deve brotar no seio da sociedade humana e de todas as instituições e formas de ordenamento que o Homem é capaz de realizar, onde o turismo se enquadra como uma proposta de fortalecimento das posturas éticas.

"A interferência humana no ecossistema de nosso planeta, através da destruição indiscriminada de espécies animais, pode acarretar efeitos futuros imprevisíveis, até mesmo prejudiciais ao próprio homem. Seguindo essa direção, a proteção aos animais se justifica não como um imperativo moral, mas como uma necessidade para a sobrevivência da humanidade", conclui a editora da Revista Ecotour News (www.revistaecotour.tur.br).

A proteção aos Direitos dos Animais demonstra a preocupação com a integridade do planeta, pois precisamos salvá-los enquanto ainda é tempo, incentivando as pessoas a exercitarem no turismo o exercício da cidadania. ••.

Fonte: Portal Terra

Cultura

1º Bimestre - Turma 601


Itália candidata 'cultura das trufas' à Patrimônio Imaterial da Unesco

Também foi lançada a candidatura da 'Perdonanza Celestiniana'




A Comissão Italiana para a Unesco candidatou nesta segunda-feira (27) o cultivo das trufas, fungo utilizado na culinária do país, para a lista de Patrimônio Cultural Imaterial da UNESCO. Além do famoso alimento, a "Perdonanza Celestiniana", ritual religioso que acontece anualmente em Áquila, também foi inscrito.
O dossiê, enviado a Paris pela cidade de Norcia, na região da Úmbria, instruiu os ministérios dos Bens Culturais e das Políticas Agrícolas a destacar a importância da vocação agrícola nos territórios atingidos pelo terremoto do ano passado, além de reconhecer a tradição das trufas.
"No mundo, o 'tartufo' é um dos alimentos mais poderosos, símbolo da qualidade 'Made in Italy', por isso apoiamos essa experiência de torná-las Patrimônio Mundial. Esse é um novo passo para promover nosso modelo agrícola, que se caracteriza pela singularidade de nosso know-how, de nossa cultura e de nossos produtos", explica o ministro das Políticas Agrícolas Alimentares e Florestais, Maurizio Martina.
Com voto unânime da Comissão, "A Cultura das Trufas", como foi batizado o nome do dossiê, teve candidatura proposta para 2018 e será avaliada no ano seguinte. Já a candidatura da "Perdonanza Celestiniana" como Patrimônio Imaterial, que foi feito pela segunda vez, será avaliado em Paris a partir deste ano, e tem resultado previsto para 2018.
A Confederação Nacional de Cultivadores Diretos (Coldiretti) declarou que as candidaturas são "um sinal de atenção que chega após a inauguração da Feira da Trufa de Norcia, no último dia 24 de fevereiro, feita por [primeiro-ministro da Itália] Paolo Gentiloni, que destacou a importância de relançar o turismo nas zonas atingidas pelo terremoto". Atualmente, também está em análise na Unesco como candidata a Patrimônio Imaterial, a "A Arte dos Pizzaiolos Napolitanos".
Segundo Pier Luigi Petrillo, especialista jurídico e curador do dossiê de candidatura, o resultado dessa avaliação será revelado entre os dias 4 e 8 de dezembro, em Seul, capital da Coréia do Sul.
Fonte: Jornal do Brasil

Política

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Delações da Odebrecht: Maria do Rosário pediu dinheiro e sabia que era de caixa dois, diz delator

STF autorizou abertura de inquérito contra a deputada com base em delações do ex-diretor Alexandrino Alencar. Contato teria ocorrido em 2008, em Porto Alegre.




A deputada federal gaúcha Maria do Rosário, do PT, teria recebido R$ 150 mil em doações feitas por meio de caixa dois da Odebrecht, conforme o depoimento do delator Alexandrino de Alencar. Segundo ele, a parlamentar tinha pedido o dinheiro para financiar sua campanha em 2010, e recebeu a doação, mesmo sabendo que não seria contabilizada de forma oficial.

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura da investigação a partir do pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. A PGR fez o pedido com base nas delações dos ex-executivos da Odebrecht.

De acordo com Alexandrino, o contato no qual Maria do Rosário pediu dinheiro ocorreu no escritório político da parlamentar, em Porto Alegre. “Ela, pedindo um apoio de campanha dela de deputada, para a reeleição dela de deputada, e nós demos esse apoio doando para ela R$ 150 mil em duas etapas. E nós fizemos essas doações naquela época via caixa dois. Ela pediu, e eu via nela um potencial importante. E nossa cota de doações já tinha terminado, então só tinha o veículo de caixa dois”, afirmou Alexandrino.

O delator foi ainda questionado se a deputada foi informada “expressamente” sobre a doação ser feita por meio de caixa dois, e ele respondeu:



“Ela estava ciente que receberia via caixa dois (...) consentiu, tanto é que foi feito”



Alexandrino afirmou que, apesar de não saber como os recursos foram entregues, uma vez que isso era feito pelo setor de operações estruturadas - conhecido como setor de propinas -, os repasses para a deputada constam nas planilhas do sistema “Drousys”, por meio do qual era feito o controle dos valores que eram repassados.

Conforme as informações apresentadas por Alexandrino, o codinome de Maria do Rosário era “Solução”, e ela teria recebido dois repasses: um de R$ 100 mil e outro de R$ 50 mil.

De acordo com as informações contidas na delação, o contato com a deputada teve início em 2008, uma vez que a empresa antevia o potencial de liderança que a parlamentar tinha no Rio Grande do Sul. “Tendo sido até candidata a prefeita na cidade (de Porto Alegre), ela exercia uma liderança bem interessante”, afirmou Alexandrino em seu depoimento.

O delator afirmou ainda que, na sua atividade, era fundamental o relacionamento político, tendo em vista o crescimento das empresas do grupo. ”E meu público alvo nisso eram os partidos políticos, políticos e agentes públicos, sempre alinhado com a sistemática de contribuições financeiras eleitorais”.

Ele disse ainda que sua visão sobre o potencial de Maria do Rosário se confirmou com a nomeação dela para a secretaria de Direitos Humanos no governo federal, pasta que ocupou entre 2011 e 2014.

Alexandrino também disse que, nesse período, se aproximou da então secretária por conta para a implementação de políticas de direitos humanos nas obras conduzidas pela empreiteira no interior do Maranhão.

“Nós mostrávamos o que estávamos fazendo, e ela mostrava projetos ligados aos direitos humanos em obras, porque imagina no interior do Maranhão a gente de direitos humanos como é que é... Então as políticas do governo foram levadas para as nossas obras lá no interior do Maranhão”, explicou Alexandrino sobre um comprovante de viagem em 2012 para reuniões com a então ministra em Brasília.



Posicionamento

Logo após a divulgação da abertura do pedido de investigação, na última terça-feira (11), a deputada disse à RBS TV ao desembarcar no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, que considerava um “absurdo estar sendo citada desse modo”, e negou ter solicitado recursos.

Depois, divulgou ainda nota: “Quem não deve, não teme. A medida é uma mera autorização do STF para apuração dos fatos sobre as delações da Odebrecht. No entanto, a mera citação de meu nome me deixa indignada. Não me calarei frente a este episódio e não me afastarei um milímetro sequer das causas que acredito e que o nosso trabalho representa. Vou disponibilizar meus sigilos fiscal, bancário e telefônico ao STF tamanha é minha tranquilidade. Meu nome e minha vida não estão à disposição para serem enxovalhados por ninguém em nenhum lugar".

Fonte: G1


Educação

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Alunos e funcionários da USP protestam contra plano de teto de gastos

Manifestação acontece durante reunião do Conselho Universitário, na Cidade Universitária, na Zona Oeste de São Paulo.



Alunos, professores e funcionários da USP protestaram nesta quarta-feira (11), no campus da Zona Oeste de São Paulo, contra a proposta de teto de gastos da universidade. O ato aconteceu em frente à Reitoria da Universidade, onde o Conselho Universitário (CO) se reuniu para acertar os destaques do plano.

A proposta foi aprovada na última reunião do CO – órgão máximo de decisão dentro da USP. Na ocasião, a Polícia Militar usou bombas para dispersar manifestantes que tentavam obstruir a entrada da Reitoria, onde a reunião se realizou.

Segundo o reitor da instituição, Marco Antonio Zago, o objetivo da proposta, chamada de "parâmetros de sustentabilidade", é "garantir a volta permanente" do equilíbrio financeiro da universidade.
Professores, funcionários e estudantes, porém, acusam a Reitoria de impor a precarização das condições de trabalho e defendem que o equilíbrio financeiro seja buscado por meio da mudança do cálculo da arrecadação de impostos destinada às universidades pelo governo estadual.

Em contato com o G1, o Diretório Central dos Estudantes da USP (DCE Livre da USP) disse que o reitor demonstra autoritarismo e falta de disposição para o diálogo ao convocar uma reunião importante com apenas cinco dias de antecedência em uma semana sem aulas no campus. Segundo o DCE, cerca de 200 pessoas compareceram ao ato, incluindo representantes de outras universidades.


Fonte: G1

domingo, 16 de abril de 2017

Ciências

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Cientistas revelam 20 planetas com mais chance de ter vida
Nenhum deles, porém, está perto o suficiente para fazermos uma visita




Está aberta a temporada de caça ao planeta próprio. Acaba de ser divulgada uma lista com os vinte planetas fora do sistema solar cujas condições de vida são mais próximas às da Terra. Vale o aviso, porém: ainda não temos tecnologia para chegar a nenhum deles.

Para fazer o ranking planetário, os pesquisadores analisaram a base de dados do telescópio espacial Kepler, que foi lançado em 2009 e está em órbita desde então. Ele é o principal instrumento da NASA para vasculhar as redondezas da Via Láctea em busca de planetas que orbitem outras estrelas que não o Sol – conhecidos, na astronomia, como exoplanetas. 

O critério básico para saber se viraríamos churrasco ou picolé em mares nunca dantes navegados é, de forma previsível, o quão perto de sua estrela gira o planeta em questão. Se ele passar perto demais de seu sol, como Vênus, sua temperatura atinge com facilidade várias centenas de graus. Se ele estiver longe demais, porém, o frio se torna insuportável. Há uma faixa na órbita da estrela em que seu calor chega na medida certa para a sobrevivência do ser humano, que é conhecida como zona habitável. 

É nessa região, claro, que há as maiores possibilidades de se encontrar água líquida, e, por consequência, formas de vida similares à nossa. Não seja egoísta, porém. É possível haver biologias exóticas por aí – tão exóticas que não seriam feitas de carbono nem respirariam oxigênio, como explicamos aqui.

A zona habitável é uma área VIP, evidentemente. De 3487 exoplanetas descobertos até agora, os cientistas selecionaram apenas 104 candidatos que na melhor das hipóteses estão na ZH. Desses, foram extraídas as 20 apostas mais seguras. “Há poucos recursos disponíveis para estudar as atmosferas de planetas rochosos, então a zona habitável é usada para selecionar os que têm maiores chances de possuir água líquida na superfície”, afirmou à Tech Crunch Stephen R. Kane, astrônomo da San Francisco State University que liderou o estudo.

Ser rochoso é um critério especialmente importante, já que não é possível pisar em um gigante gasoso como Júpiter. Afinal, ele não possui uma superfície sólida, e á provável que nem seu núcleo seja sólido.

Fonte: Revista Galileu



Saúde e bem estar

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Pesquisadores da USP descobrem que uso de luz infravermelha pode ajudar no tratamento da pneumonia




Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), campus de São Carlos, descobriram que a luz infravermelha pode ajudar no tratamento da pneumonia, dispensando o uso de antibióticos.

Durante três anos, membros do Instituto de Física de São Carlos (IFSC), em parceria com pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), fizeram testes em animais doentes.

Os camundongos inalaram uma substância usada em exames de contraste. Depois, foram expostos à luz infravermelha por meia hora. O laser reagiu com a substância na região dos pulmões e matou as bactérias responsáveis pela pneumonia.





"As bactérias morreram e eles não tiveram dano algum no tecido dos pulmões. Já nos animais que não receberam tratamento essa infecção progrediu, levando a uma pneumonia que provavelmente não teria mais cura", contou a pesquisadora Mariana Carreira Geralde.


Com os resultados, o grupo se prepara agora para a nova fase. "Nos próximos cinco meses nós vamos iniciar os estudos clínicos, então a gente vai começar o tratamento de fato, de pacientes portadores de pneumonia", afirmou a pesquisadora Natália Inada.

Fonte: G1

Mundo

1º Bimestre - Turma 601


Guerra civil na Síria


















A guerra civil na Síria teve início em março de 2011. Desde então, já deixou mais de 260 mil mortos e 4,5 milhões de refugiados, segundo a ONU, e envolvou diversos atores - regionais e internacionais. 

Relatório das Nações Unidos classifica a guerra síria de "grande tragédia do século 21". "A Síria transformou-se na grande tragédia deste século, uma calamidade em termos humanos com um sofrimento e deslocamento de populações sem precedentes nos últimos anos", afirma António Guterres, do Acnur. 

Em um dos piores episódios da guerra, EUA, França e Grã-Bretanha concluíram que o governo de Bashar Assad foi o autor do massacre de 21 de agosto de 2013, que deixou 1.429 mortos, sendo 426 crianças.

A Síria assinou a Convenção de Armas Químicas, que proíbe o uso do armamento, depois de uma ameaça de intervenção internacional. Os EUA e outros países ocidentais, como França, discutiram a possível ação militar após o uso de armas químicas em um ataque em Ghouta, subúrbio de Damasco.

Após um acordo entre EUA e Rússia, o governo de Assad se comprometeu - para evitar a intervenção internacional - a assinar o tratado e permitir que o arsenal químico sírio fosse destruído.

Inspetores da Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq) e da ONU supervisionaram a implementação da resolução 2118 do Conselho de Segurança (CS) das Nações Unidas, que ordenou a destruição do arsenal e das instalações de produção de armas químicas da Síria. 

Com o avanço do grupo Estado Islâmico em territórios da Síria, o conflito se agravou ainda mais. Recentemente, forças internacionais lideradas, de um lado, pelos EUA e, do outro, por Rússia, começaram a conduzir bombardeios aéreos contra supostos alvos dos jihadistas, iniciando uma nova fase na guerra.

Fonte: Jornal Estadão