quarta-feira, 17 de junho de 2020

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2º Bimestre - Turma 901


Fortnite: Temporada 3 do Capítulo 2 chega com Aquaman e mapa inundado

Além de skin de super-herói baseada na versão de Jason Momoa, destaques da nova season englobam mecânica aquática, modificações no mapa e retorno e adição de armas

Fortnite: Temporada 3 do Capítulo 2  chega com Aquaman e mapa inundado



Depois de adiamentos e prorrogações, a Temporada 3 do Capítulo 2 do Fortnite chegou nesta quarta-feira com inúmeras novidades, entre elas a skins do Aquaman, personagem da DC Comics, na versão protagonizada pelo ator Jason Momoa. Entre os principais destaques da atualização promovida pela Epic Games e com o tema Tire Onda, estão o mapa invadido pela água, a nova mecânica de combate aquático, alguns locais inéditos e diferentes mudanças, além de novas armas e skins.

Temporada 3 do Capítulo 2 do Fortnite começou nesta quarta-feira — Foto: Divulgação/Epic Games



Mecânica de água e áreas alteradas no mapa

A nova mecânica aquática envolve a inundação de algumas áreas do mapa, fazendo com que fiquem submersas na água e não possam ser acessadas parcialmente. No caso, conforme a Tempestade aumenta, a água vai abaixando e os locais, que estavam submersos, voltam a aparecer.

Inclusive, foram adicionados algumas particularidades importantes para que os jogadores consigam lidar melhor com a água, como plataformas de amortecimento para ganhar impulso, geradores de vento, incluindo tirolesas, e redemoinhos dentro da água, que constam com o intuito de tornar a movimentação algo mais prático.


Desta vez com tirolesas incluídas, os geradores de vento estão de volta — Foto: Reprodução


As áreas menos modificadas do mapa foram Cidade da Cordilheira, Lago da Preguiça, Alameda Arborizada, Parque Agradável, Fazenda Frenética e Fontes Salgadas. De resto, todas as outras receberam mudanças mais impactantes e, em alguns casos, chegaram a ser removidas, como a localidade da Gruta e da Agência, que agora se chama Autoridade.


Mapa da Temporada 3 do Capítulo 2 de Fortnite — Foto: Reprodução



Inclusão dos tubarões

A partir de agora, é possível encontrar tubarões espalhados pelo mapa e que, obviamente, ficam dentro da água. O animal pode atacar os jogadores tanto dentro quanto fora da água, com um raio de ação delimitado, e consta com itens dentro dele, que podem ser obtidos caso seja abatido.

Além do mais, os tubarões podem servir como veículos de locomoção na água e, por um limitado tempo, também na terra. Para tal, é necessário utilizar uma vara de pesca próximo de um tubarão para que ele seja fisgado e seja controlado da mesma forma como uma lancha, por exemplo.

Tubarões podem ser utilizados como veículos de locomoção marítima e terrestre — Foto: Divulgação/Epic Games


Novos capangas

No início de todas as partidas do jogo, existem pequenos portais no céu que se abrem e são responsáveis por lançar alguns tipos de cápsulas que explodem no chão. Basicamente, essas cápsulas, até o momento, mandam jogadores com inteligência artificial que possuem uma roupa completamente diferente do habitual e dificultam a sobrevivência no mapa.


Jogadores com inteligência artificial surgem por áreas aleatórias do mapa — Foto: Divulgação/Epic Games


Novas armas

Do ponto de vista das modificações envolvendo as armas, foram removidas do cofre e estão novamente disponíveis no jogo: rifles de caça em todas as suas raridades, vira-viras, P90, cura-cura, sniper clássica, também conhecida como Bolt, e granadas de fedor. Por outro lado, a escopeta pump clássica foi colocada no cofre.


P90 e Sniper Bolt estão entre os itens que voltam a ficar disponíveis no jogo — Foto: Reprodução



Já na parte das adições das armas, foi incluída uma nova série de escopetas de carga, disponíveis em todas as raridades e que fica mais potente de acordo com o tempo em que o jogador fica mirando. Ou seja, quanto mais tiros realizar durante um curto espaço de tempo, menos dano o respectivo tipo de armamento dará.

Ademais, apesar de não ter sido divulgado oficialmente pela Epic Games, também há outros itens que ainda vão chegar em breve o game. São eles: lança-granadas, grappler épico, sinalizador e uma rajada padrão no rifle de assalto de raridade lendária.


Armas que chegaram ou chegarão ao Fortnite nesta temporada — Foto: Reprodução



Novas skins


Entre as principais novas skins disponíveis no Passe de Batalha, que podem ser obtidas conforme a progressão nos níveis do mesmo, estão Aquaman (Arthur Cury), Oceano (Contracorrente e Exploradora da Enseada), Ancestral (Voyager e Com Máscara), Jonesy Mergulhador (Tático e Avançado), Jules (Solda e Sombra), Miau (Feliz e Ação), Siona (Supernova e Azul) e Cavaleira Eterna (Preto e Ouro). Confira abaixo todos os trajes e seus respectivos estilos.


Estilo Arthur Curry da skin Aquaman — Foto: Reprodução

Pela primeira vez na história do game, será possível personalizar uma skin de Asa-Delta do modo como o jogador preferir, algo que será único e pessoal. Com a denominação de Manda-Chuva, basta subir de nível e concluir desafios para escolher todos os detalhes do item.

Manda-Chuva será totalmente personalizável e original — Foto: Divulgação/Epic Games




Carros, camionetes e caminhões

Por fim, entre os detalhes divulgados pela Epic Games, em algum momento desta temporada os jogadores poderão utilizar carros, camionetes e caminhões para se locomover por terra dentro do mapa. No entanto, a publisher não divulgou um prazo de quando essas novidades serão adicionadas ao jogo.

Carros, camionetes e caminhões chegarão ainda nesta temporada — Foto: Divulgação/Epic Games






Fonte: globoesporte.globo.com

terça-feira, 16 de junho de 2020

Educação

2º Bimestre - Turma 901



Estudantes se formam através de cerimônia online em Juiz de Fora

Colação de grau foi realizada virtualmente por causa da pandemia do novo coronavírus. Mais de 100 alunos de 36 cursos participaram.

Cerimônia foi realizada de forma online em Juiz de Fora — Foto: Centro Universitário Estácio/Divulgação




Por causa da pandemia do novo coronavírus, 101 estudantes se formaram através de duas cerimônias online em Juiz de Fora. A medida foi adotada por causa da pandemia do novo coronavírus e contou com alunos de 36 cursos do Centro Universitário Estácio da cidade.

Conforme a instituição, a Colação de Grau virtual ocorreu no fim de maio. O objetivo da ação foi ajudar os profissionais, que aguardavam a cerimônia, para fazer o registro no conselho de classe para seguir com a profissão.

De acordo com o ex-aluno do Curso de Jornalismo, Lucas Rocha, foi uma experiência completamente nova.

"Ter realizado essa colação da forma como aconteceu, posso dizer que foi um momento único, ainda mais na situação pela qual estamos passando. [...] Mostra também como a internet pode servir para aproximar as pessoas", explicou.

Segundo o reitor do Centro Universitário, Douglas Machado, "o evento foi muito emocionante e bonito. Vimos a emoção do rosto dos alunos e nos discursos dos professores. Uma cerimônia que ficou para história", relatou.


Fonte: G1

Cultura

2º Bimestre - Turma 901



França repensa Cultura pós-pandemia, revê modelo econômico e relação com público

Setor emprega mais de um milhão de franceses e produz dividendos sete vezes maiores que a indústria automobilística do país.


Homem usando máscara de proteção organiza livros na livraria La Sorbonne, na França — Foto: Eric Gaillard/Reuters





6 mil cinemas, 3 mil livrarias, 2500 casas de show, 1200 museus e mais de mil 1000 teatros fechados. 2540 shows cancelados em festivais de verão do Hemisfério Norte, que tentam sobreviver a um prejuízo da ordem de 3 milhões de euros. A cultura na França acorda lentamente e com ressaca do torpor causado pela crise sanitária, tentando recuperar um setor que emprega mais de um milhão de franceses, e que produz dividendos sete vezes maiores que a indústria automobilística do país.

Rumores de que o novo coronavírus trazia ameaças mais sérias do que "uma gripezinha" começaram a correr a França no dia 4 de março de 2020, quando as portas do museu mais visitado do mundo – o Louvre – foram fechadas para o público em plena temporada. Os franceses e parisienses começaram então a perceber que algo mais série se passava do ponto de vista sanitário.

Essa percepção demorou para se consolidar. No dia 7 de março, o presidente da França, Emmanuel Macron, esteve na plateia de um espetáculo no tradicional teatro Bouffes du Nord, no décimo distrito de Paris. Mas o "coup de grâce", ou o golpe final para o setor cultural francês, veio no 13 de março, quando o primeiro-ministro, já em alerta pelo alcance da pandemia, mandava fechar à meia-noite daquele dia todas as estruturas de acolhimento do público que não fossem “essenciais para o país”.

Além de casas de shows, ópera, teatro e dança, o que na França é conhecido como "spectacle vivant", também os museus, grande patrimônio francês, estão tendo que remodelar seus sistemas econômicos para a reabertura do país, que engata nova fase no dia 22 de junho com a abertura das salas de cinema. A questão se coloca de maneira dramática, uma vez que o atual modelo econômico dos grandes museus depende de uma frequência massiva do público para sobreviver.

O centro de arte contemporânea de Paris – o Georges Pompidou – contabiliza um prejuízo atual de 2 milhões de euros e o Grand Palais perde cerca de 50 mil de euros por dia sem os visitantes. Qual seria a nova fórmula para sobreviver em tempos de pós-pandemia? Abrir e fechar mais tarde as salas, para diminuir o amontoamento do público? Mudar a relação com a apreciação da obra de arte, em espaços mais desfalcados de gente? Todas essas questões são passadas a limpo neste mês de junho na França.

A ministra francesa da Cultura, Aurélie Filippetti, questiona se não seria a hora de mudar o modelo econômico que hoje sustenta os grandes museus. "Talvez seja o momento de investir mais nas coleções permanentes e menos nas grandes exposições temporárias temáticas, que chamamos de exposição-evento", argumentou Flippetti à televisão francesa.

Foi anunciado em 6 de maio um plano de recuperação para o setor cultural na França, gravemente afetado pela pandemia e pela quarentena. Muito criticado pelo setor, que denunciava coletivamente um "esquecimento intencional da cultura", Macron anunciou na ocasião que manteria o sistema de remunerações dos artistas, produtores e técnicos das artes até agosto de 2021 e a criação de um "fundo de indenização" para todos os profissionais do audiovisual francês cujas produções fossem canceladas devido à crise do coronavírus.

'Crianças mimadas'


"Para ser bem sincero, acredito que na França somos as crianças mimadas da cultura", diz o roteirista Jean-Marie Chavent, que assina séries de sucesso para a televisão francesa. "Quero dizer com isso que existe uma espécie de reclamação de que apenas 1% do orçamento francês seja destinado à cultura. Acredito que, no mundo, somos um dos países onde o orçamento destinado ao setor é um dos mais significativos, e isso nunca foi questionado”, argumenta.

"Depois, há o estatuto dos 'intermitentes do espetáculo', pelo qual somos invejados por artistas do mundo inteiro", afirma Chavent. "Efetivamente, podemos dizer que existe um modelo a ser reinventado, mas, uma vez mais, minha percepção é de que somos privilegiados, seja no cinema, na televisão, ou nas chamadas 'exceções culturais' [mecanismo que obriga os canais de televisão a investir uma boa parte de seus lucros no cinema francês]", diz o roteirista.

"Apesar de tudo, fazemos parte de um sistema bastante privilegiado e protegido. Podemos sempre reclamar a curto prazo, dizendo que [os efeitos da crise sanitária na cultura francesa] foram mal administrados, mas eu não acredito nisso", afirma.

Chavent conta que as equipes de televisão já voltaram a gravar novos episódios na França, mas com algumas medidas de precaução. "Não existe nenhuma indicação sobre a idade [dos atores e da equipe]. No que diz respeito aos roteiristas, o governo francês administrou bem a crise, algumas subvenções do Estado foram criadas, e também a categoria contou com isenção parcial de impostos. Ajudas de urgência foram disponibilizadas também pelo CNC [o Centro Nacional de Cinema da França]", relata. "Essas ajudas foram relativamente eficazes", avalia Chavent.

O sistema da intermitência a que se refere o roteirista Jean-Marie Chavent é uma especificidade francesa que garante a sobrevivência de artistas e técnicos do espetáculo durante o período em que não estão em atividade na França. Para se ter direito a esta indenização especial e dedicada à classe artística, cada profissional deve cumprir e comprovar 507 horas de trabalho por ano, sem as quais não se consegue o subsídio.


'A incerteza é a materialização da cultura'



Radicado na Europa há mais de 15 anos, o performer e artista brasileiro Wagner Schwartz hoje mora na França, onde já se apresentou em algumas das instituições culturais mais prestigiosas do país. O autor de "La Bête", obra que chocou a extrema direita brasileira e virou alvo de sites de fake news e milhares de ameaças anônimas, tem uma visão nada romântica do momento.

"Artistas intermitentes estão furiosos, porque muitos pensam a cultura na França e não apenas em salvar a própria vida durante uma pandemia. Macron pensa em salvar a vida dos intermitentes durante a pandemia. Ele não se preocupa com vida dos artistas, com a cultura na França. O que, olhando de fora, não parece coerente, visto o grande número de festivais, teatros, centros de formação que este país construiu", afirma Schwartz.

"Pensar a cultura local – que também é internacional – exigiria um investimento maior, porque ela não se reduz à arte institucionalizada, mas também ao que está ao redor dela: as produções intermitentes, que entram e saem das instituições. Garantir a sobrevida de uma estrutura, de uma tradição não significa problematizar o que as faz existir ainda hoje", garante. "Muitos artistas vivem a incerteza de um próximo trabalho e este estado de precariedade é também a França. Ele não pode ser ignorado. A incerteza faz parte do contexto de muitos trabalhos, peças, filmes apresentados na França. A incerteza é a materialização da cultura", diz o performer.

"O investimento maior, do qual falava logo acima, não tem relação alguma com orçamento, mas com um compromisso intelectual, político: investir no assunto em detrimento do funcionamento dos estabelecimentos. Investir no assunto de hoje, na incerteza, dá trabalho, muito mais trabalho do que se possa imaginar. Contudo, é daí que surge um verdadeiro compromisso com a cultura local/internacional. Já dizia Woody Allen, 'a tradição é uma ilusão da permanência'", conclui o artista.


O drama dos DJs


Outra categoria cultural que sofreu bastante com a pandemia foram os DJs como o brasileiro Thy San, que assina algumas das noitadas mais disputadas de Paris, e que está há três meses de molho. "Acho que a nossa profissão é uma das que mais vai sofrer, porque será certamente o ultimo setor a retornar", avalia San.

"Precisamos em nossa profissão obrigatoriamente do presencial. Geralmente as festas que faço aqui são bem cheias, entre 300 e 1.000 pessoas. Alguns lugares já começam a abrir esta semana, mas com música mais lounge, e não para dançar", conta o DJ. "Não sei quanto tempo isso vai durar, porque a verdade é que todo mundo começa a dançar num determinado momento. É impossível controlar isso", confessa o profissional.

"Nos lugares que reabrem esta semana, propuseram que as pessoas permaneçam sentadas, e as casas poderão atuar apenas com 30% de sua capacidade de público. Além disso, as pessoas não podem beber de pé, apenas sentadas. Não sei muito bem como vai ser isso", diz.

"Fomos atingidos muito fortemente pelos efeitos da crise sanitária. Eu tinha acabado de fazer diversas festas do Carnaval brasileiro, cheguei em Paris com várias datas pré-marcadas que foram canceladas. Não teve como recuperar isso, do dia para a noite tudo se perdeu", afirma. "Eu sou inscrito no estatuto de pequeno empresário ('autoentrepreneur') na França (que autoriza a receber cachês e emitir notas fiscais). Tivemos ajuda do governo para sobreviver nestes três meses, uma ajuda 'excepcional' para quem tem os documentos em dia. Eles estudam agora continuar essa ajuda até setembro, quando nossa atividade deve recomeçar de fato", afirma Thy San.

"Acho bem legal a ajuda do governo francês a profissionais como DJs, sobretudo em comparação com o Brasil. Meus amigos no Brasil não tem acesso a essa ajuda, por exemplo. No começo deu um desespero, porque não houve uma resposta específica sobre a nossa categoria, mas agora está tudo bem", conclui o DJ.




Fonte: G1

Saúde e Bem Estar

2º Bimestre - Turma 901


350 milhões de pessoas podem ter forma grave de Covid-19, afirma estudo

Resultados mostram que 1,7 bilhão de pessoas, ou seja, 22% da população mundial, apresentam ao menos um fator de risco para a doença.

9 de junho - Mulher passa por loja de roupas de casamento onde vestidos de noiva se amontoam na vitrine, em Londres. Os casamentos no Reino Unido foram adiados devido à pandemia do coronavírus (Covid-19) — Foto: Frank Augstein/AP




Quase 350 milhões de pessoas no mundo podem sofrer uma forma grave de Covid-19, o que exigiria hospitalização em caso de contágio, afirma um estudo britânico publicado nesta terça-feira (16).

O novo coronavírus afeta de maneira desigual as pessoas em função de múltiplos fatores, relacionados com o estado de saúde, a idade e o sexo, entre outros.

Assim, o Sars-CoV-2 deixa incólume a imensa maioria das crianças e jovens que têm boa saúde, ao mesmo tempo que afeta duramente as pessoas mais velhas, que sofrem de doenças crônicas como o diabetes.

Um grupo de cientistas britânicos tentou estabelecer para 188 países os riscos diferenciados das populações, de acordo com a idade, sexo e estado de saúde.

Os resultados, publicados na revista médica britânica "The Lancet Global Health", mostram que 1,7 bilhão de pessoas, ou seja, 22% da população mundial, apresentam ao menos um fator de risco que as torna mais suscetíveis de contrair uma forma grave de Covid-19.

Entre estas, 349 milhões de pessoas estão particularmente expostas e precisariam ser hospitalizadas em caso de contágio com o novo coronavírus.

"Agora que os países saem do confinamento (...) esperamos que estas estimativas ofereçam um ponto de partida útil aos governos que buscam como proteger os mais vulneráveis de um vírus que continua circulando", comentou o principal autor do estudo, Andrew Clark, da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres (LSHTM).

O cientista propõe um reforço das recomendações de distanciamento social e das medidas de higiene às pessoas mais vulneráveis e que estas sejam consideradas prioritárias em futuras campanhas de vacinação.

A proporção de habitantes com maior risco é menor em regiões onde a população é mais jovem, caso da África (16%). Na Europa a taxa sobe a 31%.


"Mas uma proporção elevada de casos graves pode ser fatal na África", devido aos sistemas de saúde muito precários, afirmou Andrew Clark.


Paralelamente, ilhas como Maurício e Fiji apresentam um risco particular, devido aos elevados índices de diabetes entre a população, de acordo com o estudo.





Fonte: G1

Ética e cidadania

2º Bimestre 


Conselho de Ética pressiona Maia para voltar a funcionar e debater falas autoritárias de Eduardo Bolsonaro

Na semana passada, filho do presidente Jair Bolsonaro disse que não é uma questão de se, mas de quando acontecerá uma ruptura institucional.




Deputados de diferentes partidos — incluindo os do Centrão, neo aliado do presidente Jair Bolsonaro —discutem desde a semana passada, nos bastidores, quais providências podem tomar no Conselho de Ética da Câmara a respeito da mais recente declaração autoritária do deputado federal Eduardo Bolsonaro.

Na semana passada, Eduardo disse que não é uma questão de se, mas de quando acontecerá uma ruptura institucional — e que o presidente pode tomar uma "medida enérgica", o que assustou parlamentares.

A fala do deputado, um dos filhos do presidente, soma-se a outra do fim de 2019, quando disse que poderia haver um novo AI-5.

Esta última fala de Eduardo já é alvo de uma representação no Conselho de Ética da Câmara, mas ainda não houve deliberação do colegiado.

Durante a pandemia causada pelo coronavírus, os trabalhos do conselho estão paralisados.

Parlamentares têm pressionado o presidente do Conselho, Juscelino Filho (DEM-MA), pela retomada dos trabalhos, mesmo durante a crise.

Há duas semanas, o presidente do conselho de Ética já havia enviado um ofício a Maia pedindo que autorize o conselho a funcionar remotamente ou em uma sala na Câmara com distanciamento seguro entre os pares.

O blog procurou o presidente do conselho, que confirmou o ofício a Maia, mas disse que ele ainda não respondeu ao pleito.

Com a declaração de Eduardo, a pressão aumentou e deputados voltaram a cobrar uma resposta da presidência da Câmara.


Juscelino Filho confirma que tem “crescido” dentro do conselho a pressão pelo funcionamento” e vai conversar nesta terça-feira (2) com Maia. “O excesso de autoridades, das declarações que estamos vendo, aumentou a pressão para retomarmos os trabalhos. Vou conversar com Maia hoje para saber se temos alguma resposta”.


Perguntado se há ambiente para punir Eduardo, ele respondeu: “Evito falar de mérito. Mas as falas, e a gente viu assim, são falas graves. A imunidade parlamentar tem um limite”.

Eduardo, em sua defesa, já postou em redes sociais que suas declarações são opiniões e que está protegido pela imunidade parlamentar — ou seja, não pode ser punido pelo que fala ou como vota, por exemplo.

No entanto, líderes da Câmara de diferentes partidos têm demonstrado preocupação com a escalada autoritária das declarações de Eduardo — e estudam uma punição, mesmo que uma advertência ao deputado.


“Isso precisa parar, são declarações sucessivas e assustadoras. Querem acabar com os partidos? Estamos discutindo, sim, como viabilizar uma resposta, que não dá para ser efetivada pelo Zoom, por exemplo “, disse ao blog, reservadamente, um dos caciques do PP, que integra o centrão.


Um outro líder do centrão — também reservadamente — admitiu ao blog as conversas e a preocupação com a ameaça institucional, mas acredita que uma punição a Eduardo vai esbarrar na discussão da liberdade de opinião- o que já divide deputados aliados do governo, como os do centrão, que levaram cargos para sustentar politicamente o governo.




Fonte: G1

Ciências

2º Bimestre - Turma 901


UFV vai atuar no desenvolvimento de vacinas para a Covid-19

A informação foi divulgada pela instituição nesta terça-feira (16), após aprovação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Laboratórios da UFV realizam testes de coronavírus e serão usados para produção de vacinas — Foto: UFV/Divulgação



Equipes da Universidade Federal de Viçosa (UFV) vão trabalhar em três propostas de vacinas para a Covid-19. A informação foi divulgada pela instituição nesta terça-feira (16), após aprovação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O projeto “Produção de quimeras vacinais contra o vírus SARS-CoV-2” tem o objetivo de que as vacinas tenham ampla cobertura populacional, sejam de baixo custo e de uso seguro para diferentes tipos de pacientes. A previsão é de que as vacinas fiquem prontas em um ano.

Para o desenvolvimento das propostas, os pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular do Departamento de Biologia Geral e do Departamento de Enfermagem e Medicina vão usar engenharia genética. O trabalho tem a colaboração do Instituto Aggeu Magalhães (Fiocruz-PE).

O professor Sérgio Oliveira de Paula, coordenador do projeto, explicou que, atualmente, há muitos projetos de vacinas com vírus inativados, que induzem anticorpos por tempos indeterminados, que podem evitar a doença, mas por apenas por um período e a eficiência ainda varia de acordo com as pessoas.

“O edital do CNPq foi muito competitivo. Em todo o Brasil, foram submetidas 2.219 propostas e apenas 90 foram aprovadas. Por isso estamos felizes com a confiança em nossa proposta. É um trabalho empírico, de tentativa e erro, mas temos conhecimento para um projeto eficiente”, destacou.

Para o pesquisador, a vacina ideal deve ter uma resposta duradoura e de preferência produzida por métodos já conhecidos, o que pode agilizar e baratear a produção.

As vacinas


O projeto dos pesquisadores da UFV é construir duas vacinas atenuadas com pedaços diferentes do coronavírus e uma outra, chamada de subunidade proteica, que utilizará apenas a proteína (S) do SARS-COV-2. O uso, dependerá da saúde de quem vai receber a vacina.

O que torna o projeto da UFV ainda mais promissor, segundo Sérgio de Paula, é que os pedaços do novo coronavírus serão inseridos na vacina da febre amarela (YFD 17D), já disponível no mercado.

“Esta vacina já tem sua eficácia e segurança comprovadas. Por isso, teremos um produto seguro e eficiente, de produção barata, de rápida avaliação em testes prévios para distribuição no Sistema Único de Saúde (SUS). Como a vacina irá conter ainda os antígenos do vírus causador da febre amarela, é possível que possua eficácia para os dois vírus”, ressaltou.

O problema da vacina atenuada da febre amarela é que são contraindicadas para pacientes imunossuprimidos, como os portadores de câncer em tratamento, transplantados ou com doenças autoimunes, por exemplo.

Por isso, a outra vacina será obtida fazendo com que um fungo, a levedura Pichia pastoris, produza a proteína (S) do coronavírus que age induzindo a produção de anticorpos. “Eles se ligarão ao vírus evitando que infecte as células e produza a doença”, explicou o coordenador do projeto. Por serem diferentes, as vacinas terão ampla cobertura populacional.

De acordo com os pesquisadores, a proteína S também poderá ser utilizada para diagnósticos mais precisos da Covid-19. O objetivo é padronizar ensaios sorológicos na detecção de IgM e IgG (MAC-ELISA e ELISA), que podem ser bem mais baratos que os utilizados atualmente.

“É um projeto muito ambicioso e esperamos ter resultados factíveis em um ano. Para isso temos uma equipe muito competente e animada com a proposta de contribuir para o tratamento desta pandemia”, finalizou.




Fonte: G1

Política

2º Bimestre - Turma 901

Discussão para implantar 5G no Brasil não será só técnica, mas também política, diz Braga Netto
Ministro-chefe da Casa Civil afirmou já ter recebido diretrizes do presidente sobre o assunto. Presidente da Câmara defende participação de empresas chinesas.


O ministro da Casa Civil, Walter Souza Braga Netto: "A discussão não será somente técnica, tá? Entra o lado político". — Foto: TV Brasil/Reprodução



A implantação no Brasil da tecnologia 5G, a quinta geração de internet móvel, não vai obedecer apenas critérios técnicos – questões políticas também serão levadas em consideração, segundo o ministro-chefe da Casa Civil, general Walter Souza Braga Netto.

"A discussão não será somente técnica, tá? Entra o lado político, avaliação... Exatamente neste pós-pandemia, isso não é um posicionamento nosso – é um posicionamento do mundo inteiro. O mundo inteiro está repensando essas parcerias e tudo mais, tá? Eu não posso aprofundar muito com o senhor o assunto, mas eu garanto para o senhor. Já tenho, inclusive, diretrizes do próprio presidente no tocante a esse assunto. Mas não é exclusivamente técnica. Tá bom?", disse Braga Netto, durante um Webinar da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), na manhã desta terça-feira (16).

O ministro afirmou também que já houve a primeira reunião sobre 5G. Segundo ele, do encontro participaram o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação, o Gabinete de Segurança Institucional, o Ministério da Economia e Ministério das Relações Exteriores.


Resistência americana


Alguns países têm resistido à implantação de tecnologia de empresas chinesas de comunicação em território nacional.

Em maio do ano passado, o governo americano baniu a empresa de tecnologia Huawei por temer a possibilidade de risco de espionagem chinesa.

Em fevereiro deste ano, o diplomata-sênior dos Estados Unidos, Robert Strayer, pediu que a União Europeia use tecnologia 5G da Ericsson, Nokia e Samsung, em vez de material fabricado pela Huawei.

Esse posicionamento provocou tensões com aliados como o Reino Unido, cujo primeiro-ministro, Boris Johnson, concedeu à empresa chinesa um papel limitado na construção de uma rede móvel 5G.

Strayer disse que os EUA estão incentivando países europeus a pensar cuidadosamente sobre as implicações econômicas e de segurança de avançar com o uso da tecnologia da Huawei.

"Não há como mitigar completamente qualquer tipo de risco, exceto o uso de fornecedores confiáveis de países democráticos", afirmou Strayer na ocasião.


Infográfico explica o que é o 5G — Foto: Fernanda Garrafiel/G1


Fonte: G1

Mundo

2º Bimestre - Turma 901


Grupos violentos invadem protesto pacífico de trabalhadores de saúde em Paris, diz polícia

Profissionais protestam nas cidades de todo o país para exigir melhores salários e mais investimentos no sistema hospitalar público.

Jovens colocam fogo durante um protesto de profissionais da saúde nesta terça-feira (16) em Paris   — Foto: Thibault Camus/AP




Grupos violentos invadiram um protesto pacífico de trabalhadores da saúde em Paris nesta terça-feira (16), informou a polícia. Eles viraram ao menos um carro e lançaram projéteis contra policiais, segundo a Reuters.

Os profissionais de saúde protestam nas cidades de todo o país para exigir melhores salários e mais investimentos no sistema hospitalar público da França, considerado um dos melhores do mundo, mas que luta para lidar com um fluxo de pacientes com vírus após anos de cortes de custos, de acordo com a Associated Press. A França já registrou quase 30 mil mortes por causa do novo coronavírus.

Pouco depois, a tropa de choque da polícia montou formação em um dos lados da esplanada dos Inválidos e disparou gás lacrimogêneo para dispersar a multidão. Os bombeiros apagaram fogo de uma lixeira que havia sido incendiada.

"Grupos violentos estão tentando interromper um protesto pacífico dos trabalhadores da saúde", tuitou a polícia de Paris.

Junto ao tuíte, havia imagens em vídeo de vários manifestantes empurrando um carro capotado no meio de uma avenida da capital francesa.

Um segundo vídeo divulgado nas redes social, cuja origem não pôde ser verificada pela Reuters, mostrou manifestantes, com o rosto coberto por máscaras, empurrando uma van branca antes de quebrar as janelas do veículo.




Fonte: G1