terça-feira, 29 de setembro de 2020

Te Contei?

 3º Bimestre - Turma 901


'God of War' vai ganhar nova história focada no Ragnarok em 2021

Desenvolvedora não informou se lançamento anunciado vai ser sequência do game de 2018 ou DLC.




A Sony anunciou nesta quarta-feira (16) que um de seus jogos exclusivos recentes mais conhecidos, "God of War", deve ganhar uma nova história em 2021.

No final de seu evento digital focado no PlayStation 5, uma imagem misteriosa anunciou que "O Ragnarok está chegando", enquanto a voz de Kratos dizia que "o momento se aproxima. Você deve se preparar".

O estúdio Santa Monica, desenvolvedor do game de 2018, não confirmou se é uma sequência nova ou se é um DLC.

No evento, a Sony também divulgou que o PS5 vai ser lançado no Brasil dia 19 de novembro, com preços nos EUA entre US$ 400 e US$ 500. A apresentação ainda contou com anúncios de games como "Hogwarts Legacy" e um novo "Final Fantasy".




Fonte: G1

Educação

  3º Bimestre - Turma 901


Pandemia faz com que 83% dos jovens se sintam pressionados sobre futuro acadêmico, diz pesquisa

Entre aqueles que desistiram de estudar, 68% pretende voltar às aulas após a interrupção da pandemia. Pesquisa ouviu 1,5 mil pessoas acima de 16 anos.




A pandemia faz com que 83% dos jovens se sintam pressionados em relação ao futuro acadêmico, aponta a pesquisa "A nova realidade da educação", feita pela área de Inteligência de Mercado da Globo, em parceria com o Instituto Toluna, divulgada nesta segunda-feira (28). Foram ouvidas 1,5 mil pessoas acima de 16 anos.

Apesar das dificuldades neste período, 94% dos entrevistados afirmaram que querem continuar estudando. Entre aqueles que desistiram de estudar, 68% pretende voltar às aulas após a interrupção provocada pela pandemia.

A maioria destes jovens vê o diploma associado a uma melhora de vida. De acordo com a pesquisa, 84% acreditam que o diploma é valorizado pelas empresas e 87% afirmam que o ensino superior é essencial para conseguir um bom emprego.

Diante das dificuldades, especialistas alertam que a evasão e o abandono dos estudos poderá aumentar com a pandemia, piorando ainda mais os saldos atuais do país.

Entre os jovens brasileiros de 15 a 17 anos, cerca de 30% não estão matriculados no ensino médio. Antes da crise sanitária, mais da metade (52,6%) dos brasileiros de 25 anos ou mais ainda não havia concluído a educação básica, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), etapa que vai até o ensino médio. Outros 11 milhões de brasileiros ainda são analfabetos, ou seja, não tiveram acesso a nenhuma forma de escolarização.




Fonte: G1

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Cultura

  3º Bimestre - Turma 901


Rio de Janeiro vai reabrir os cinemas em outubro; veja protocolos

Salas voltam a funcionar a partir do dia 1º de outubro com 50% de sua capacidade 


Foi confirmada nesta terça-feira, 22, a reabertura dos cinemas do Rio de Janeiro no dia 1º de outubro.Segundo comunicado, os exibidores de cinema foram informados hoje por representantes da Prefeitura e da vigilância sanitária sobre a liberação do consumo de alimentos e bebidas dentro das salas, detalhe que completa os protocolos de segurança.
 


Os cinemas voltarão a funcionar com 50% de sua capacidade e distanciamento social, com poltronas marcadas, intercalando espectadores. Serão disponibilizados álcool em gel, a temperatura de funcionários e do público será aferida na entrada e as sessões terão um maior intervalo entre uma e outra, para garantir a devida higienização do local. O uso de máscaras é obrigatório, sendo liberado apenas na hora do consumo de alimentos — que poderá acontecer apenas dentro da sala. 





Fonte: veja.abril.

Mundo

 3º Bimestre - Turma 901


Por que a Itália é a exceção da segunda onda de Covid-19 na Europa?

Número de contágios diários no país se mantém há semanas abaixo dos 2 mil. Para especialista, reabertura lenta e respeito às regras são alguns dos fatores que explicam estabilidade da doença entre os italianos.




A Itália, duramente atingida na primeira onda do coronavírus, é hoje a exceção da Europa – onde o ressurgimento da Covid-19 é quase geral – com um número limitado de novos casos graças às rígidas medidas contra a doença, que foram elogiadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) na sexta-feira (25).

A França, por exemplo, registrou na quinta (24) um número recorde de 16.096 novos casos de Covid-19 em 24 horas, enquanto o número de contágios diários na Itália, que realiza mais de 120 mil testes diários (180 mil na França), se mantém há semanas abaixo dos 2 mil.


Como explicar essa especificidade italiana?

Em entrevista à AFP, o professor Massimo Andreoni, especialista renomado em infecções no hospital romano de Tor Vergata, adianta "várias razões".

"A epidemia atingiu a Itália mais cedo, o que sensibilizou este problema e fez com que um plano de confinamento muito severo fosse implementado imediatamente. A Itália foi o primeiro país a realizar um confinamento total que durou várias semanas, e ainda estamos nos beneficiando disso", destaca. Ele também menciona "a reabertura muito progressiva e muito lenta do país, que nem terminou ainda!"

"Os estádios estão fechados, as casas de festa voltaram a fechar, as escolas não estão todas abertas..." lista Andreoni, apesar de a volta às aulas ter começado em 14 de setembro.

"Além disso, os italianos respeitam muito bem as regras. Quando vejo as imagens de outras cidades europeias, vejo muito mais gente sem máscara do que na Itália", comenta.


"Bons alunos"

Outro exemplo da mobilização na Itália – um país criticado por sua organização caótica e pelo peso da burocracia – é o aeroporto de Roma-Fiumicino, o primeiro do mundo a receber a nota máxima de cinco estrelas, concedida pelo órgão de qualificação Skytrax, devido à gestão sanitária da Covid-19.

O aeroporto romano é elogiado por seus controles de temperatura, pelo uso obrigatório de máscara, pela disponibilização de álcool em gel, distanciamento físico e pelo controle do número de visitantes nas lojas.

"Acredito que os italianos tentam seguir as normas da melhor forma possível" confirma Giacomo Rech, proprietário do Green Tea, um restaurante de cozinha chinesa, a dois passos do Panteão, no centro de Roma.

No entanto, apesar desta situação tranquilizadora, o professor Andreoni prefere a prudência.

"Em duas ou quatro semanas, quando todas as escolas estiverem abertas, veremos qual será o impacto e se a Itália conseguirá manter esses níveis baixos [de contágio] ou se irá se aproximar dos níveis da França ou Espanha. Para saber se realmente fomos bons alunos, é preciso esperar ainda um mês", avalia.




Fonte: G1

Ética e Cidadania

 3º Bimestre - Turma 901

Uso de máscara pode reduzir em 40% taxa de novos casos de covid, diz estudo




O uso de máscara pela população pode reduzir em 40% a taxa de crescimento das infecções pelo novo coronavírus. O dado é resultado de uma pesquisa feita na Alemanha e publicada no site VoxEU.

Para chegar a esse resultado, os pesquisadores analisaram o avanço dos casos na cidade de Jena, que tem 110 mil habitantes e foi a primeira da Alemanha a adotar o uso obrigatório de máscara, em 6 de abril —enquanto grande parte do do país só passou a usar máscara a partir de 27 de abril.

De acordo com o estudo, a taxa de novos casos registrados caiu para quase zero nos dias subsequentes à introdução das máscaras.

"Se olharmos para o número de casos de covid-19 em Jena, o uso de máscaras parece ter um efeito positivo", afirmaram os pesquisadores.

Para validar os resultados, o estudo fez uma simulação seguindo o mesmo padrão de avanço da doença antes da adoção das máscaras.

Enquanto os casos em Jena passaram de 142 para 158 vinte dias após a introdução das máscaras, a simulação apontou que os casos poderiam chegar a 205 sem a medida, uma alta de 23%.

"Nossos resultados sugerem que exigir máscaras é uma medida de contenção para a covid-19 com bom custo-benefício, menos prejudicial à economia e democrática", disseram os pesquisadores.




Fonte: uol.com

Ciências

  3º Bimestre - Turma 901

Autoridades do Texas alertam sobre risco de ameba 'comedora de cérebros' nas torneiras de parte do estado

Micro-organismo pode causar tipo raro e bastante letal de meningoencefalite.





Autoridades do Texas, nos Estados Unidos, emitiram alerta na noite de sexta-feira (25) para que os moradores de parte do estado evitem usar água da torneira por risco de contaminação por uma ameba conhecida como "comedora de cérebros".

O alerta foi retirado na maior parte neste sábado e mantido em apenas uma região próxima a Lake Jackson, na região de Houston, onde o governo ainda considera que ainda há risco. A cidade com mais de 27 mil habitantes é a sede da estação de tratamento de água. A principal fonte da água que sai nas torneiras da região é o rio Brazos.



Em mensagem publicada nas redes nesta tarde, a Comissão de Qualidade Ambiental do Texas disse que está na região de Lake Jackson para coletar amostras da água e verificar a situação na cidade.


Ameba 'comedora de cérebros'

Segundo autoridades sanitárias, o suprimento de água esteve em risco por causa da ameba Naegleria fowleri, um micro-organismo que causa uma doença rara e mortal chamada meningoencefalite amébica primária. O micróbio costuma entrar pelo nariz das pessoas infectadas e viaja pelo corpo até cérebro.

Geralmente, os casos mais comuns de infecção ocorrem em pessoas que nadam em lagos contaminados. Por isso, o alerta deste fim de semana é considerado raro, uma vez que essas amebas não costumam aparecer na rede de água.

Os últimos casos registrados de infecção por Naegleria fowleri pelos sistemas de fornecimento de água nos EUA ocorreram no estado de Louisiana em 2011 e 2013.




Fonte: G1

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Política

 3º Bimestre - Turma 901


Governo autoriza concessão de crédito para microempresas via internet

Microcrédito orientado era concedido somente após contato presencial. CMN também ampliou, de R$ 200 mil para R$ 360 mil por ano, o limite de renda para obtenção do crédito.


O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou nesta quinta-feira (24) a concessão, via internet, do microcrédito orientado, voltado a micro e pequenos empreendedores.

Até então, informou o Banco Central, a linha de crédito exigia que o primeiro contato entre o microempresário e a instituição financeira fosse presencial.

Em nota, o conselho informou que também decidiu ampliar, de R$ 200 mil para R$ 360 mil por ano, o limite de renda dos empresários para obtenção do crédito.

Segundo o chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central, João André Pereira, a medida vai ampliar o número de empresários que poderão pedir acesso à linha de crédito.

Pereira explicou que o microcrédito orientado é um programa especial que recebe recursos, por exemplo, do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Os bancos também precisam reservar 2% de todos os depósitos à vista para esse tipo de operação.

"Esses aperfeiçoamentos legais e regulamentares vieram para ampliar o número de beneficiados com o programa de microcrédito produtivo orientado e para simplificar os requisitos técnicos para sua a concessão, com possibilidade do uso de tecnologias digitais que possam substituir o contato presencial para fins de orientação e obtenção de crédito", informou o BC.





Fonte: G1

Saúde e Bem Estar

 3º Bimestre - Turma 901

Médico apedrejado por familiares de vítima de covid-19 na Argentina: 'Cansei de ter que escolher a quem dar um leito'

Enquanto o país atravessa a fase mais crítica da pandemia, o residente Daniel Gatica denunciou a dramática situação que no hospital em que trabalha em uma cidade do interior.




O médico Daniel Gatica chegou ao seu limite e decidiu que deixaria a linha de frente contra a pandemia de covid-19 na Argentina após ser apedrejado por parentes de um paciente que morreu por causa da doença.

Ele explicou decisão de pedir demissão em uma carta publicada no Facebook em 13 de setembro: "Hoje digo basta, hoje sinto que fracassei".

Gatica contou que havia enfrentado "12 dias de puro estresse, apenas dando más notícias".

"Estou cansado de ter três mortes em uma tarde ou cinco em uma noite e saber que nunca há um leito na UTI", escreveu.

"Quantas vezes eu dormi de pé ainda usando o EPI (equipamento de proteção individual) depois de atender 32, 40 ou 64 pacientes."

Gatica disse que, no hospital de Orán, cidade no interior da Argentina onde ele mora e trabalha, o oxigênio era um "luxo" há mais de um mês e que estava "cansado de ter que escolher para quem dar um leito ou um tubo de oxigênio semivazio".

"Tudo para quê? Receber isso... um ataque físico", afirmou, referindo-se às pessoas que lançaram pedras contra ele ao saber da morte de um ente querido.

"Não aguento mais."


Cidades do interior estão sobrecarregadas


A publicação do médico chamou a atenção do país para a dramática situação no hospital San Vicente de Paul, que não só atende os 85 mil habitantes de Orán, mas dezenas de milhares de pessoas que moram nas cidades vizinhas.

A falta de leitos, medicamentos, oxigênio e profissionais de saúde fez com que o índice de mortalidade ali chegasse a 10% dos pacientes infectados, enquanto nacionalmente a taxa é de 2,1%.

Orán é a segunda cidade mais populosa da província de Salta, ao norte do país, na fronteira com a Bolívia.

Assim como outras cidades do interior, ela ficou sobrecarregada quando o novo coronavírus começou a se espalhar fora de Buenos Aires. A capital argentina chegou a concentrar mais de 90% dos casos e, agora, está perto de 50%.

Apesar de a Argentina ter sido um dos países que melhor conteve a expansão do coronavírus, graças a uma quarentena rígida que foi imposta assim que a pandemia chegou em março, a situação mudou drasticamente em poucas semanas.

No último mês, tanto as infecções quanto as mortes por covid-19 dobraram e, com mais de 665 mil casos, hoje o país é o décimo no mundo com mais infectados e o 14º com mais mortes (cerca de 14 mil).

A Argentina chegou a bater o recorde de infecções e mortes diárias no planeta nos últimos dias, um aumento que é reflexo do esgotamento e relaxamento de muitos argentinos com a quarentena mais longa do mundo (que continua em vigor depois de seis meses).





'Sociedade hipócrita'


Gatica, que é residente em medicina da família e trabalha no hospital há três anos, disse em entrevista ao jornal "Perfil" que a agressão que ele sofreu "foi um dos momentos mais tristes da minha carreira".

Ele contou que estava do lado de fora do hospital dando notícias de um paciente a seus familiares quando parentes de outro paciente foram informados que ele havia morrido.

"Dois indivíduos desajustados começaram a jogar pedras onde eu estava. Uma passou a alguns centímetros do meu rosto e quebrou um vidro. Outra caiu no meu pé. Só não aconteceu algo pior graças aos familiares dos outros pacientes que me protegeram e contiveram os dois imprestáveis.​

Em sua carta, Gatica questionou o comportamento da sociedade argentina na pandemia e a chamou de "hipócrita e injusta".

"Quando era necessário se cuidar, tudo era diversão, e, hoje eles choram os mortos e exigem atenção. Essa pandemia despertou o pior de todos."

Mas ele também cobra as autoridades de saúde. "Eles sabem que somos 21 médicos dos quais 4 são residentes e que hoje são 7 trabalhando porque o resto adoeceu?", escreveu.

"Hoje me senti abandonado pelo sistema e, principalmente, pelo hospital", diz.

"Onde estão o investimento na saúde, os aplausos e os heróis? Porque meus colegas, amigos e companheiros não recebem desde junho?"


Reação


A carta de Gatica teve ampla repercussão na mídia argentina e levou as autoridades nacionais a enviarem mais socorros ao hospital.

Em conversa com a BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC, o médico disse que esta ajuda já permitiu reduzir a taxa de ocupação do hospital de mais de 100% para 65%.

"Eles abriram cerca de 40 leitos com oxigênio, o que amenizou muito a situação. É em uma escola em frente ao hospital, que fazia parte do plano de contingência, mas faltavam recursos", disse.

Após a carta, "da noite para o dia, chegou o oxigênio, os leitos foram criados, e tudo o que tinha que aparecer apareceu".

Gatica revelou ainda que, depois de receber um telefonema do governador de Salta e do ministro da Saúde da província, desistiu de se demitir e continua a trabalhar no hospital.




'Isso está apenas começando'


O jovem residente acredita que o impacto de sua carta se deveu ao fato de refletir o que muitos outros médicos de seu país vivenciam.

Longe dos aplausos que esse profissionais recebem em outras partes do mundo, na Argentina, muitos especialistas em saúde argentinos sofreram ferimentos e até agressões. E não apenas dentro do hospital.

A mídia local cobriu histórias de médicos e enfermeiras que foram discriminados em seus próprios prédios e bairros, e houve até alguns casos de profissionais de saúde agredidos ou que tiveram suas casas incendiadas por medo de contágio.

"Deixamos de ser os heróis", diz Gatica. "Somos nós que erramos, que deixamos as pessoas morrerem. Sempre percebemos aquele olhar de indiferença e questionamento."

Sua descrição do que estava acontecendo no hospital de Orán ecoou as experiências de outras cidades do interior que hoje também estão sobrecarregadas pelo coronavírus.

Questionado se a longa quarentena imposta pelo governo foi uma estratégia eficaz para impedir a propagação do vírus, ele diz que "foi o melhor que podíamos fazer na época". "Para melhor ou para pior, já foi feito", reflete.

"Mas temia que acontecesse o que está acontecendo: que a gente ficasse cansado no meio do jogo e levasse uma goleada. Porque, pelo menos no interior do país, a pandemia está apenas começando."





    Fonte: G1